admin – Framar Patrimonial https://framar.dainterage.com.br Wed, 20 Aug 2025 12:58:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://framar.dainterage.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cropped-fav-32x32.png admin – Framar Patrimonial https://framar.dainterage.com.br 32 32 AS REGRAS DOS FIIS MUDARAM. ISSO PODE AFETAR SEUS INVESTIMENTOS https://framar.dainterage.com.br/2025/08/20/as-regras-dos-fiis-mudaram/ Wed, 20 Aug 2025 12:53:50 +0000 https://framar.dainterage.com.br/?p=5856

AS REGRAS DOS FIIS MUDARAM. ISSO PODE AFETAR SEUS INVESTIMENTOS

Saiba o que mudou e como se adaptar para evitar riscos fiscais.

Você sabia que as regras para os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) no Brasil mudaram?

Essas mudanças podem impactar diretamente quem investe ou gerencia esses fundos. As novas leis e normas tornam as informações mais claras e dão mais flexibilidade, mas também exigem que os gestores se adaptem rapidamente. Se você está no mercado de FIIs, é importante entender o que mudou para garantir que tudo esteja conforme as novas regras e evitar surpresas.

Principais Mudanças na Legislação dos FIIs
Nos últimos anos, o mercado de Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) no Brasil passou por mudanças importantes, com o objetivo de tornar as regras mais modernas, claras e flexíveis. Duas dessas mudanças são as mais importantes: a Resolução CVM nº 175/2022 e a Lei nº 14.754/2023, que mexem diretamente na gestão e tributação dos fundos. Além disso, a Instrução CVM nº 516/2011 continua valendo para as demonstrações financeiras desses fundos.

  1. Resolução CVM nº 175/2022: Novo Marco Regulatório para os FIIs
    A Resolução CVM nº 175/2022, publicada em dezembro de 2022, trouxe regras mais claras e modernas para a administração dos FIIs. Ela tem os seguintes pontos principais:

Estrutura mais clara: Agora, as regras para como os fundos devem ser montados e geridos estão bem definidas.

Mais transparência: Os fundos precisam mostrar mais informações aos investidores, o que ajuda a criar mais confiança no mercado.

Flexibilidade: As novas regras permitem que os fundos se adaptem melhor às mudanças do mercado.

Simplificação: As normas foram unificadas, tornando a vida dos gestores mais fácil e menos burocrática.

  1. Lei nº 14.754/2023: Mudanças Importantes na Tributação dos FIIs
    Em dezembro de 2023, entrou em vigor a Lei nº 14.754, que trouxe novas regras sobre como os FIIs devem pagar impostos. O mais importante dessa lei é:

Novo tipo de tributação: Agora, os FIIs são considerados prestadores de serviços para efeito de impostos, o que muda a forma de calcular os tributos.

Novos impostos: A lei criou dois novos impostos, o CBS e o IBS, que agora afetam diretamente os FIIs.

Adaptação rápida: Os gestores dos FIIs precisam se adaptar rapidamente às novas regras para evitar problemas fiscais.

  1. Demonstrações Financeiras e Conformidade Contábil: Instrução CVM nº 516/2011
    Apesar das novas mudanças, a Instrução CVM nº 516, de 2011, ainda é válida para as demonstrações financeiras dos FIIs. As principais regras dessa instrução são:

Auditoria obrigatória: Para os fundos cujas cotas são negociadas publicamente, é necessário realizar auditorias regulares.

Exceção para novos fundos: Fundos com menos de 90 dias de funcionamento estão dispensados da auditoria.

Seguir normas contábeis: As demonstrações financeiras precisam seguir as normas de contabilidade, garantindo mais transparência.

Por Que Você Deve Ficar Atento às Mudanças na Legislação dos FIIs?
Essas mudanças nas regras dos FIIs são muito importantes para garantir que o mercado seja mais transparente e eficiente. Se você é investidor, gestor ou administrador de FIIs, precisa estar por dentro dessas novas normas para garantir:

Que o fundo esteja de acordo com as regras

Segurança jurídica para evitar problemas legais

Eficiência na gestão e tributação, aproveitando as novas regras de forma inteligente

Na Framar Patrimonial, somos especialistas em avaliação de ativos, gestão contábil e adequação dos FIIs às novas regulamentações. Se você é investidor ou gestor de FIIs, podemos ajudar a manter sua empresa em conformidade com as novas regras e otimizar a gestão do seu fundo.

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AVALIAÇÕES PARA SEGURO https://framar.dainterage.com.br/2024/08/30/avaliacoes-para-seguro/ Fri, 30 Aug 2024 14:21:54 +0000 https://framarpatrimonial.com.br/?p=5574

AVALIAÇÕES PARA SEGURO

O PERIGO DE IGNORAR O LAUDO TÉCNICO

Os laudos de avaliação de imóveis para fins de seguro são documentos técnicos que têm o objetivo de determinar o valor de um imóvel para fins de contratação de seguro. Esse valor é fundamental para estabelecer o montante de cobertura necessária, garantindo que o imóvel esteja adequadamente protegido contra perdas ou danos.

Entendendo os conceitos

Para começar, é importante entender que o valor para seguro, conhecido como Valor Máximo Segurável ou Valor em Risco, não está diretamente relacionado ao valor de mercado ou de venda do imóvel. Isso ocorre porque o valor de mercado inclui a parcela correspondente ao terreno, enquanto o valor segurável se concentra apenas na estrutura e nas melhorias do imóvel, excluindo o terreno.

Fazer um seguro sem um laudo de avaliação prévio pode acarretar diversos riscos e problemas tanto para o segurado quanto para a seguradora. O laudo de avaliação é um documento essencial que garante que o valor do imóvel ou do bem segurado seja determinado de forma precisa e justa, proporcionando base sólida para o pagamento do prêmio.

Afinal para que servem os LAUDOS?

Os laudos para seguro são usados para:

  1.  Determinação do Valor Segurável:   O laudo ajuda a definir o valor máximo segurável do imóvel, ou seja, o valor em risco pelo qual o imóvel deve ser segurado. Esse valor é baseado no seu custo de reposição (quanto custaria reconstruir o móvel).
  2. Justificativa para a Cobertura:   O laudo fornece uma base técnica que justifica o valor da cobertura solicitada, protegendo tanto o segurado quanto a seguradora. Isso evita situações de subseguro (cobertura insuficiente) ou superseguro (cobertura excessiva).
  3. Documentação Oficial:   Em caso de sinistro, o laudo serve como documento oficial que comprova o valor do imóvel na data de emissão da apólice, facilitando o processo de indenização.

O que deve constar no Laudo de Avaliação para Seguro?

Certas informações são não apenas essenciais, mas absolutamente imprescindíveis e, em diversos casos, legalmente obrigatórias em um laudo de avaliação para seguro. Essas informações garantem que o laudo seja completo, preciso e esteja em conformidade com as exigências técnicas e normativas. Vamos a elas?

  1. Descrição Detalhada do Imóvel:   O laudo descreve minuciosamente o imóvel, incluindo localização, características construtivas (tipo de material, estrutura, acabamento), idade da construção, estado de conservação, entre outros aspectos relevantes.
  2. Métodos de Avaliação:   Existem diferentes métodos para avaliar um imóvel, porém para o caso de Laudo para Seguro a metodologia a ser utilizada é:

   –   Custo de Reprodução ou Reposição:   Avalia quanto custaria construir o imóvel novamente, considerando o preço atual dos materiais e mão de obra.

  1.   Análise de Riscos:   O laudo pode incluir uma análise dos riscos específicos que o imóvel enfrenta, como suscetibilidade a enchentes, terremotos, incêndios, entre outros. Isso ajuda a determinar coberturas adicionais que podem ser necessárias.

4.   Conclusão e Valor:   O laudo conclui com a indicação do valor máximo segurável do imóvel, baseado nos métodos utilizados. Este valor será o referencial para a apólice de seguro.

Quais os benefícios de se fazer um laudo para Seguros?

Diversos são os benefícios de se fazer um laudo para seguro, como:

 

–   Base para o Prêmio do Seguro: 

 O valor determinado no laudo de avaliação influencia diretamente o prêmio (custo) do seguro. Um laudo preciso garante que o segurado pague um valor justo pela cobertura necessária.

  –   Evita Conflitos:   

Um laudo bem elaborado evita possíveis conflitos entre segurado e seguradora, especialmente em casos de sinistro, onde a determinação do valor de indenização é crucial.

–   Segurança Jurídica:   

O laudo oferece segurança jurídica tanto para o segurado quanto para a seguradora, fornecendo uma avaliação imparcial e fundamentada tecnicamente.

Perigos de um seguro sem laudo de avaliação

  1.   Subseguro:  

   –   Risco:   Ocorre quando o valor segurado é inferior ao valor real do bem. Em caso de sinistro, o segurado receberá uma indenização insuficiente para cobrir os custos de reposição ou reparação, o que pode gerar grandes prejuízos financeiros.

   –   Exemplo:   Se um imóvel vale R$ 1 milhão, mas é segurado por R$ 700 mil, o segurado terá uma cobertura que não corresponde ao valor total de reposição ou reconstrução do imóvel.

 

  1.   Superseguro:  

   –   Risco:   É quando o valor segurado é superior ao valor real do bem. Embora isso possa parecer uma vantagem, a seguradora só pagará até o valor do dano real, independentemente do valor segurado, resultando em pagamento de prêmios mais altos do que o necessário.

   –   Exemplo:   Se um imóvel vale R$ 1 milhão, mas é segurado por R$ 1,5 milhão, o segurado pagará um prêmio mais alto.

 

  1.   Imprecisão na Determinação do Prêmio:  

   –   Risco:   Sem um laudo, o cálculo do prêmio pode ser impreciso. Isso pode resultar em um prêmio que não reflete corretamente o risco assumido pela seguradora, levando a potenciais insatisfações ou problemas financeiros para ambas as partes.

   –   Exemplo:   Um prêmio subestimado pode deixar a seguradora exposta a riscos maiores do que o previsto, enquanto um prêmio superestimado onera o segurado sem necessidade.

 

  1.   Disputas em Caso de Sinistro:  

   –   Risco:   A falta de um laudo de avaliação pode resultar em disputas entre segurado e seguradora sobre o valor real do bem e o montante da indenização. Essas disputas podem atrasar o pagamento da indenização ou, em alguns casos, levar a processos judiciais.

   –   Exemplo:   Após um incêndio, se não houver um laudo prévio, pode haver divergências sobre o valor a ser pago, especialmente se o imóvel tinha características que não foram previamente documentadas.

 

  1.   Cobertura Inadequada:  

   –   Risco:   Sem uma avaliação profissional, certos aspectos ou características específicas do imóvel ou bem podem ser negligenciados, resultando em uma cobertura que não abrange todos os riscos relevantes.

   –   Exemplo:   Imóveis com valor histórico ou artístico podem ter características que aumentam seu valor, mas sem um laudo, esses valores adicionais podem não ser considerados na apólice.

 

A contratação de um seguro sem a realização de um laudo de avaliação é um risco significativo. O laudo oferece uma avaliação precisa, feita por um profissional qualificado, garantindo que o bem seja segurado pelo valor correto. Isso não só protege o patrimônio do segurado, mas também previne conflitos e garante que, em caso de sinistro, a indenização seja justa e adequada.

Em resumo, os laudos de avaliação de imóveis para fins de seguro são essenciais para garantir que o imóvel seja segurado por um valor adequado, protegendo o patrimônio do segurado de forma eficiente e justa.

Com uma vasta experiência na elaboração de laudos de avaliação de imóveis para fins de seguro, temos atuado em uma ampla gama de projetos, abrangendo diferentes tipos e tamanhos de imóveis em todo o território nacional. Nossa expertise se destaca pela capacidade de avaliar propriedades com precisão, considerando as particularidades de cada região e as necessidades específicas de grandes empresas. Essa atuação em projetos complexos e diversificados demonstra nossa habilidade em fornecer avaliações detalhadas e fundamentadas, essenciais para garantir a adequada proteção do patrimônio das empresas em um mercado cada vez mais exigente.

Quer saber mais sobre o assunto? 

Entre em contato conosco!

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UM PASSO A PASSO SIMPLES PARA CONTROLAR O SEU ESTOQUE https://framar.dainterage.com.br/2024/08/30/um-passo-a-passo-simples-para-controlar-o-seu-estoque/ Fri, 30 Aug 2024 12:22:04 +0000 https://framarpatrimonial.com.br/?p=5565

UM PASSO A PASSO SIMPLES PARA CONTROLAR O SEU ESTOQUE

Planejar o inventário de estoque é essencial para garantir a eficiência operacional e resultado financeiro. Por isso elaboramos um guia passo a passo para ajudá-lo a planejar seu inventário de forma eficaz:

Passo 1 - Defina Objetivos e Metas

  • Objetivos: Determine o que você deseja alcançar com o planejamento do inventário, como reduzir custos, melhorar o atendimento ao cliente, ou otimizar o espaço de armazenamento. Considere ainda aumentar a precisão das previsões de demanda, reduzir os níveis de obsolescência de produtos, garantir a disponibilidade de itens críticos, melhorar a eficiência operacional e alavancar tecnologias de automação para aprimorar o controle e a gestão do estoque. 
  • Metas: Estabeleça metas específicas e mensuráveis, como reduzir o excesso de estoque em 20% ou melhorar a precisão do inventário para 95%. Estabelecer objetivos claros e mensuráveis é essencial para alinhar as atividades de inventário com as metas estratégicas da organização.

Passo 2 – Analise Dados Históricos

  • Histórico de Vendas: Analise os dados de vendas passadas para identificar padrões sazonais e tendências. Além disso, observe variações nos ciclos de demanda, comportamento de clientes em diferentes períodos, e impactos de campanhas promocionais. Avaliar o histórico de vendas permite tomar decisões mais informadas e alinhadas com a realidade do mercado, reduzindo o risco de excessos ou faltas de produtos.
  • Turnover de Estoque : Calcule a rotatividade do estoque para entender quais itens vendem mais rapidamente e quais ficam mais tempo em estoque. A análise dos produtos que apresentam maior rotatividade e aqueles com menor demanda, permitem ajustar as previsões futuras e otimizar a reposição de estoque.

Passo 3 – Classifique os Itens

  • ABC Analysis Classifique os itens em categorias A, B e C com base em seu valor e volume de vendas.

A: Itens de alta importância e volume de vendas, representando uma pequena porcentagem dos produtos, mas contribuindo significativamente para a receita total. Esses itens exigem monitoramento rigoroso e gerenciamento de estoque mais frequente para evitar rupturas, dado o seu impacto crítico nos negócios.

B: Itens de importância e volume de vendas moderados. Embora não sejam tão cruciais quanto os itens da categoria A, ainda representam uma parte significativa das 

operações. É recomendável uma abordagem equilibrada para o gerenciamento desses itens, com revisões periódicas e ajustes conforme necessário para manter a eficiência.

 

C: Itens de baixa importância e volume de vendas, representando a maioria dos produtos, mas com uma contribuição relativamente pequena para a receita. Estes itens podem ser geridos com menor frequência e maior flexibilidade, priorizando a redução de custos de armazenamento e simplificação de processos de reposição.

Essa análise ajuda a focar recursos e atenção nos itens que mais impactam os resultados financeiros e operacionais, promovendo uma gestão de estoque mais eficiente e alinhada com as prioridades do negócio.

Passo 4 - Determine Níveis de Reabastecimento

  • Ponto de Pedido: Estabeleça o nível de estoque no qual um item deve ser reabastecido para garantir a continuidade das operações e evitar rupturas. Esse ponto deve ser calculado com base no tempo de reposição, na demanda média durante esse período e em um nível de segurança que previna variações imprevistas na demanda ou atrasos no fornecimento.
  • Quantidade de Pedido: Determine a quantidade ideal a ser adquirida considerando a demanda prevista e o tempo de lead. Este cálculo deve balancear o custo de manter o estoque, o custo de pedido e o risco de falta de produtos, garantindo que a quantidade comprada minimize custos totais enquanto atende às necessidades operacionais.

Passo 5 - Escolha e Implemente Tecnologia

  • Software de Gestão de Inventário: Implemente um sistema de gestão de inventário para acompanhar o estoque em tempo real, automatizar processos, e gerar relatórios detalhados. Esse software permite maior precisão no controle de entradas e saídas, otimiza a reposição de produtos e fornece insights valiosos para a tomada de decisões estratégicas, melhorando a eficiência e a agilidade na gestão do estoque. Caso ainda não tenha demanda para a utilização de um software específico utilize nossa planilha controle desenvolvida exclusivamente para controle de estoque. 

    Caso sua operação ainda não justifique a implementação de um software específico de gestão de estoque, recomendamos o uso de nossa planilha de controle. Desenvolvida exclusivamente para facilitar o gerenciamento de estoque, ela oferece uma solução eficiente e personalizável, atendendo às necessidades operacionais com simplicidade e precisão. Nossa planilha é ideal para pequenas e médias empresas que buscam otimizar o controle de inventário sem investir em sistemas mais complexos, proporcionando uma ferramenta prática para acompanhar entradas, saídas e níveis de estoque de forma organizada.

  • Código de Barras/RFID: Implemente tecnologias de código de barras ou RFID para melhorar a precisão e eficiência na contagem e rastreamento.

Passo 6 - Estabeleça Procedimentos de Controle

Auditorias Regulares: Conduza auditorias periódicas do inventário para assegurar a precisão dos dados e a conformidade com as práticas de gestão. Agende inspeções internas regulares para identificar discrepâncias e corrigir erros no sistema. Além disso, uma vez ao ano, contrate uma empresa independente para realizar um inventário completo, garantindo uma avaliação imparcial e fortalecendo a confiabilidade dos registros de estoque.

Controle de Qualidade: Implemente procedimentos para verificar a qualidade dos itens e garantir que não haja produtos danificados ou obsoletos.

Passo 7 - Gerencie Relações com Fornecedores

Negociar Termos: Trabalhe com fornecedores para negociar melhores termos de pagamento e condições de entrega.

Avaliação de Desempenho: Avalie o desempenho dos fornecedores regularmente para garantir que eles atendam aos padrões de qualidade e pontualidade.

Passo 8 – Planeje o Espaço

Layout do Armazém: Otimize o layout do armazém para facilitar o acesso, a organização e o fluxo eficiente de mercadorias. A disposição dos itens deve ser planejada de modo a minimizar o tempo de busca e movimentação, com os produtos de maior rotatividade posicionados em locais estratégicos e de fácil acesso. Considere também a logística de entrada e saída dos bens, garantindo que as áreas de recebimento, armazenamento e expedição estejam claramente definidas e bem conectadas, permitindo uma movimentação ágil e segura. A otimização do layout deve levar em conta tanto a maximização do espaço quanto a redução de distâncias percorridas, o que contribui para aumentar a produtividade e reduzir custos operacionais.

Armazenamento: Utilize métodos de armazenamento eficientes, como prateleiras ajustáveis e sistemas de estantes, para maximizar o uso do espaço.

Passe 9 – Treine e Envolva a Equipe

Treinamento: Ofereça treinamento regular para a equipe sobre procedimentos de inventário e uso de tecnologia. Se possível contrate uma empresa especializada.

Envolvimento: Envolva a equipe na criação e revisão de procedimentos para garantir a adesão e melhorar a eficiência.

Passo 10 – Revise e Ajuste

Monitoramento: Acompanhe o desempenho do inventário e ajuste os processos conforme necessário.

Feedback: Colete feedback dos funcionários e clientes para identificar áreas de melhoria.

 

Implementando essas etapas, você pode criar um planejamento de inventário eficaz que ajude a reduzir custos, melhorar a precisão e atender melhor às necessidades dos clientes. Se precisar de mais detalhes ou tiver uma situação específica, entre em contato conosco, estamos aqui para ajudar!

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LAUDO DE AVALIAÇÃO IMOBILIÁRIA A IMPORTÂNCIA DO AVALIADOR INDEPENDENTE https://framar.dainterage.com.br/2024/04/24/laudo-de-avaliacao-imobiliaria-a-importancia-do-avaliador-independente/ Wed, 24 Apr 2024 13:18:54 +0000 https://framarpatrimonial.com.br/?p=5545

LAUDO DE AVALIAÇÃO IMOBILIÁRIA A IMPORTÂNCIA DO AVALIADOR INDEPENDENTE

A consultoria imobiliária oferece serviços de laudo de avaliação de imóveis, que são essenciais para quem deseja comprar, vender ou alugar uma propriedade. O laudo de avaliação é um documento técnico que estabelece o valor justo de mercado do imóvel, levando em consideração diversos fatores como localização, tamanho, estado de conservação, entre outros.

Através desse serviço, a consultoria imobiliária fornece uma análise detalhada do imóvel, utilizando métodos e técnicas reconhecidos pelo mercado. O objetivo é garantir que as partes envolvidas na transação imobiliária tenham informações precisas e confiáveis sobre o valor do imóvel que está sendo negociado.

Além disso, a consultoria imobiliária também auxilia os proprietários na precificação correta de seus imóveis, evitando que eles sejam colocados à venda por um valor abaixo ou acima do mercado. Isso é fundamental para garantir uma negociação justa e equilibrada.

Em resumo, a consultoria imobiliária desempenha um papel importante na avaliação de imóveis, fornecendo laudos técnicos e precisos que contribuem para decisões seguras e bem fundamentadas no mercado imobiliário.

A importância de um avaliador imobiliário independente".

A contratação de um avaliador imobiliário independente é crucial tanto para compradores quanto para vendedores, pois traz consigo uma série de benefícios. Em primeiro lugar, a presença desse profissional garante que o valor do imóvel seja determinado de forma justa e precisa, evitando assim possíveis conflitos entre as partes envolvidas.

Para os compradores, contar com um avaliador imobiliário independente oferece a tranquilidade de saber que estão pagando um preço justo pelo imóvel desejado. Esse profissional realizará uma análise minuciosa das características do imóvel, região e mercado no qual ele está inserido, levando em consideração fatores como localização, tamanho, estado de conservação, entre outros. Dessa forma, os compradores podem tomar decisões baseadas em informações técnicas e evitar pagar um valor acima do valor de mercado.

Por outro lado, os vendedores também se beneficiam da presença de um avaliador imobiliário independente. Ao conhecerem o valor real do imóvel, os vendedores podem estabelecer um preço competitivo no mercado, aumentando suas chances de venda. Além do que, a presença desse profissional transmite credibilidade aos potenciais compradores, uma vez que eles têm a garantia de que o valor anunciado é embasado em uma avaliação imparcial.

Além dos benefícios financeiros, a contratação de um avaliador imobiliário independente também pode trazer tranquilidade emocional para ambas as partes. Compradores e vendedores podem confiar nas informações fornecidas por esse profissional, diminuindo o risco de arrependimento ou de se sentirem explorados durante o processo de negociação.

No geral, a relevância de um avaliador imobiliário independente é inegável. Sua presença traz benefícios tanto para compradores quanto para vendedores, garantindo uma transação justa e transparente. A contratação desse profissional é um investimento que pode evitar problemas futuros e proporcionar uma experiência mais segura e satisfatória para todas as partes envolvidas.

No Brasil, o desenvolvimento dos métodos de avaliação de propriedades teve início no início do século XX, seguindo um movimento global de profissionalização dessa área. Nessa época, os métodos de avaliação eram baseados principalmente em critérios subjetivos, como a opinião do avaliador e comparações informais com outras propriedades semelhantes.

Com o passar dos anos, houve uma crescente demanda por métodos mais científicos e precisos de avaliação imobiliária. Isso levou à adoção de abordagens mais estruturadas e técnicas, que buscavam levar em consideração fatores como localização, tamanho, características físicas e valor de mercado.

A partir da década de 1960, com o avanço da tecnologia e o acesso a bancos de dados mais amplos, os métodos de avaliação imobiliária no Brasil se tornaram mais sofisticados. A introdução de modelos estatísticos e sistemas de informações geográficas permitiu uma análise mais precisa e abrangente das propriedades, levando a avaliações mais consistentes e confiáveis.

Além disso, o surgimento de instituições especializadas e a regulamentação da profissão de avaliador imobiliário também contribuíram para o aprimoramento dos métodos de avaliação no país. A criação de normas técnicas e éticas, bem como a exigência de formação acadêmica específica para atuar nessa área, trouxe maior profissionalismo e credibilidade ao processo de avaliação de propriedades.

Atualmente, no Brasil, existem diversos métodos e técnicas de avaliação imobiliária disponíveis, como o método comparativo de dados de mercado, o método da renda e o método do custo.

Entendendo o papel de um avaliador imobiliário:

Um avaliador imobiliário é um profissional especializado em determinar o valor de propriedades imobiliárias. Sua definição envolve a análise de diversos fatores, como localização, tamanho, estado de conservação e características específicas do imóvel.

A especialização de um avaliador imobiliário pode variar de acordo com sua área de atuação. Alguns podem se especializar em avaliar imóveis residenciais, enquanto outros focam em imóveis comerciais ou terrenos. Além disso, há aqueles que se especializam em avaliações para fins específicos, como financiamentos, divórcios ou desapropriações.

Para se tornar um avaliador imobiliário, é necessário obter uma formação acadêmica na área, além disso, é fundamental obter uma certificação profissional, emitida por órgãos reguladores, como o Instituto de Avaliações e Perícias de Engenharia (IBAPE) ou o Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI).

No exercício de sua função, um avaliador imobiliário utiliza métodos e técnicas específicas para realizar sua avaliação. Isso pode envolver a comparação com imóveis semelhantes recentemente vendidos na região, a análise de dados de mercado e o uso de modelos matemáticos para calcular o valor estimado.

Em suma, a definição de um avaliador imobiliário está relacionada à sua expertise em determinar o valor de propriedades imobiliárias, enquanto sua especialização pode abranger diferentes tipos de imóveis e finalidades de avaliação.

A imparcialidade e o conhecimento são elementos essenciais na avaliação precisa do valor imobiliário. A imparcialidade garante que o avaliador não tenha nenhum viés ou interesse pessoal que possa influenciar a sua análise. Isso é crucial para garantir uma avaliação objetiva e justa.

Além disso, o conhecimento é fundamental para que o avaliador possa analisar todos os aspectos relevantes que afetam o valor de um imóvel. Isso inclui não somente o estado físico da propriedade, mas também fatores externos como localização, infraestrutura, tendências do mercado imobiliário e regulamentações governamentais.

Um avaliador imobiliário experiente é capaz de considerar todos esses elementos e aplicar metodologias adequadas para determinar o valor justo de um imóvel. Eles precisam ter conhecimento sobre os métodos de avaliação mais atualizados, bem como estar atualizados sobre as mudanças no mercado imobiliário e nas leis pertinentes.

A imparcialidade e o conhecimento combinados permitem que o avaliador faça uma análise precisa e confiável do valor imobiliário. Isso é fundamental tanto para compradores e vendedores, que precisam de informações precisas para tomar decisões informadas, quanto para instituições financeiras e seguradoras, que dependem dessas avaliações para fins de empréstimos e cobertura de seguro.

Portanto, ao buscar uma avaliação imobiliária, é fundamental escolher um avaliador que seja imparcial e tenha um amplo conhecimento do mercado imobiliário. Só assim será possível obter uma avaliação precisa e confiável do valor de um imóvel.

Garantindo avaliações imparciais

Para garantir a imparcialidade das avaliações, é essencial estabelecer um processo transparente e objetivo. Isso pode ser feito através da utilização de critérios claros e bem definidos para avaliar os produtos ou serviços em questão. Além disso, é importante contar com uma equipe de avaliadores experientes e especializados, que sejam capazes de analisar de forma imparcial e justa os diferentes aspectos a serem considerados.

Outra medida importante é evitar conflitos de interesse entre os avaliadores e as empresas ou marcas que estão sendo avaliadas. Isso significa que os avaliadores devem ser independentes e não ter nenhum tipo de vínculo financeiro ou pessoal com as empresas ou marcas em questão. Dessa forma, é possível garantir que as avaliações sejam feitas de maneira imparcial e sem qualquer tipo de influência externa.

Além disso, é fundamental permitir que os consumidores também participem do processo de avaliação, fornecendo feedbacks e opiniões sobre os produtos ou serviços. Isso pode ser feito através de plataformas online, onde os consumidores podem compartilhar suas experiências e contribuir para a avaliação imparcial dos produtos ou serviços.

Por fim, é importante ressaltar a importância da transparência na divulgação das avaliações. Os resultados devem ser apresentados de forma clara e objetiva, destacando os pontos positivos e negativos de cada produto ou serviço avaliado. Isso permite que os consumidores tenham acesso a informações confiáveis e possam tomar decisões de compra mais informadas e conscientes.

Em resumo, para garantir avaliações imparciais, é necessário estabelecer critérios claros, contar com avaliadores independentes e experientes, incentivar a participação dos consumidores e promover a transparência na divulgação dos resultados. Dessa forma, podemos assegurar que as avaliações sejam confiáveis e úteis para os consumidores.

A importância da independência no processo de avaliação

A independência desempenha um papel fundamental no processo de avaliação, pois garante a imparcialidade e a objetividade dos resultados. Quando os avaliadores são independentes, eles são capazes de analisar de forma imparcial as evidências e os critérios estabelecidos, sem influências externas ou conflitos de interesse.

A independência no processo de avaliação também promove a transparência e a credibilidade do resultado. Os avaliadores independentes são percebidos como imparciais e confiáveis, o que aumenta a confiança nas conclusões e recomendações feitas com base na avaliação.

Além disso, a independência proporciona uma perspectiva mais abrangente e diversificada durante a avaliação. Avaliadores independentes são capazes de questionar suposições pré-existentes, trazer novas ideias e considerar diferentes pontos de vista, o que contribui para uma análise mais completa e precisa.

No entanto, é importante ressaltar que a independência não significa isolamento completo. Os avaliadores devem ser independentes em relação ao objeto de avaliação, mas ainda assim precisam colaborar com outras partes interessadas e ter acesso às informações relevantes para realizar uma avaliação adequada.

Em resumo, a independência no processo de avaliação desempenha um papel crítico na garantia da imparcialidade, objetividade e credibilidade dos resultados. É essencial que os avaliadores sejam independentes para que possam realizar uma avaliação justa e precisa, contribuindo assim para a tomada de decisões informadas e eficazes.

Precisa de uma avaliação imobiliária? Somos especialistas e independentes. Entre em contato conosco.

Por Márcia Frazão

www.framarpatrimonial.com.br

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COMO DEFINIR O VALOR DE LOCAÇÃO DE UM IMÓVEL https://framar.dainterage.com.br/2024/02/05/como-definir-o-valor-de-locacao-de-um-imovel/ Mon, 05 Feb 2024 20:29:59 +0000 https://framarpatrimonial.com.br/?p=5517

COMO DEFINIR O VALOR DE LOCAÇÃO DE UM IMÓVEL

O QUE AFINAL INFLUENCIA NO VALOR?

Em primeiro lugar você precisa saber que o valor de locação de um imóvel não depende somente das características e atributos físicos e de localização do imóvel, mas também da velha e conhecida lei da oferta e da procura.

O mercado no final das contas é quem vai dizer o quanto as pessoas estão dispostas a pagar de aluguel pelo seu imóvel, e isso é claro vai depender de o quanto seu imóvel atrai e satisfaz as necessidades do potencial locatário e ainda, o quanto de diferencial ele tem sobre a média disponível no mercado diretamente concorrente a ele.

MAS ENTÃO, COMO É QUE SE FAZ?

Mesmo em mercados estressados e em ambientes de incerteza existem metodologias consagradas, que você pode e deve utilizarque permitirão auferir o valor de locação de qualquer imóvel, seja você o locatário ou o locador.

Para isso será preciso definir algumas variáveis chaves.

Vamos a elas?

Segundo a NBR-14.653, Norma da ABNT que rege todas as avaliações imobiliárias no Brasil,existe duas metodologias que permitem o cálculo de valor de locação de um imóvel.

Basicamente são: Método Comparativo Direto de Dados de Mercado ou Abordagem de Mercado; e, Método da Rentabilidade ou Abordagem da Renda.

Termos muito técnico para você? Segue com a gente que explicamos.

Quando falamos em Abordagem de Mercado queremos dizer que o Valor de Locação do seu imóvel será definido com base em mercado, ou seja, através da comparação com outros imóveis.

Porém para isso acontecer você precisa comparar o seu imóvel com imóveis os mais semelhantes possíveis aos seu, e ainda tratar as diferenças que forem encontradas.

Agora, quando falamos em Abordagem de Renda dizemos que o Valor de Locação do seu imóvel será calculado com base na Rentabilidade do seu capital (imóvel) posto à disposição do locatário. Em outras palavras, quanto vai gerar de renda o investimento que você fez adquirindo o imóvel. Esse método permite você comparar a rentabilidade com vários outros ativos.

A partir de agora vamos explicar o passo a passo para chegar ao valor de locação pelas duas metodologias distintas.

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ABORDAGEM DE MERCADO

Como já falamos uma avaliação pela abordagem de mercado exige a utilização do Método Comparativo Direto de Mercado ou MCDDM definido em Norma.

Esse método é amplamente utilizado no mercado imobiliário para determinar o valor de aluguel de um imóvel, pois leva em consideração as características e condições do mercado local. Ele parte do pressuposto de que imóveis semelhantes devem ter valores de aluguel semelhantes.

Para utilizar o Método Comparativo, são selecionados imóveis similares ao avaliado, levando em conta fatores como localização, tamanho, estado de conservação, disponibilidade de vagas, padrão construtivo, infra lazer, entre outros. Em seguida, é feita uma comparação direta dos valores de aluguel desses imóveis com o valor de aluguel desejado para o imóvel avaliado.

No entanto, é importante considerar as diferenças entre os imóveis comparados e o imóvel avaliado. À essas diferenças, relacionadas aos atributos (fatores), devem seratribuídos pesos fundamentados como por exemplo CUB Custo Unitário Básico para o fator “padrão construtivo”.

Após a comparação e a atribuição de pesos, é realizada uma análise dessas informações para determinar o valor de aluguel do imóvel avaliado. Mas não se esqueça, o resultado pode ser influenciado por diversos fatores, como a oferta e demanda de imóveis na região, a valorização ou desvalorização do mercado imobiliário, entre outros.

É importante ressaltar que o Método Comparativo é uma ferramenta auxiliar na determinação do valor de aluguel de um imóvel, mas não é o único fator a ser considerado. Outros métodos e informações também podem ser utilizados para chegar a um valor mais preciso e justo.

Para uma avaliação por esse método você vai precisar:

  1. analisar toda a documentação do imóvel;
  2. identificar atributos físicos descritos nestes documentos. Esses atributos variam de acordo com a tipologia do imóvel cuidado. Mais adiante vamos citar os principais de cada imóvel;
  3. identificar atributos qualitativos do imóvel. Isso será possível somente através de vistoria (outro ponto citado e exigido na NBR-14.653)
  4. executar a vistoria, e para que sua vistoria seja eficiente e produza informações essenciais para o seu processo de avaliaçãoleia nosso texto no blog https://framarpatrimonial.com.br/inspecao-predial/.
  5. elaborar a pesquisa de mercado
  6. executar os cálculos avaliatórios
  7. montar o relatório e emitir o laudo com o valor

 

Atributos de formação de Valor – os chamados Fatores de Homogeneização ou Variáveis

Os fatores formadores de valor comuns a todos os imóveis são:

  • LOCAL
  • ÁREA

 

As variáveis específicas de cada tipo de imóvel são, entre outras:

TERRENOS

  • TOPOGRAFIA
  • SOLO
  • TESTADA
  • PROFUNDIDADE
  • ESQUINA
  • FRENTE (Número)
  • ZONEAMENTO
  • COEF APROV

 

CASAS/ESCRITÓRIOS/APARTAMENTOS

  • PADRÃO CONSTRUTIVO
  • ESTADO DE CONSERVAÇÃO
  • IDADE
  • VAGAS
  • ANDAR
  • VISTA
  • INFRA

 

LOJAS

  • PADRÃO CONSTRUTIVO
  • ESTADO DE CONSERVAÇÃO
  • IDADE
  • VAGAS
  • TIPO
  • VISTA
  • VITRINE
  • ESQUINA

ABORDAGEM DA RENDA

Método da Rentabilidade

Esse método é utilizado quando não há comparáveis para o imóvel que você está avaliando ou quando se deseja definir o valor do aluguel considerando o dinheiro investido na aquisição do imóvel, ou no seu valor de mercado de venda. Muito utilizado também nas operações salelase bank e em contratos do tipo builtto suíte.

Além dessas operações, essa metodologia é obrigatória para definir o valor de venda de propriedades de base imobiliária. Vamos falar sobre isso em outro post.

Você precisará definir três variáveis chaves utilizadas nesse método: o valor de venda do imóvel, ou do investimento; a taxa de rentabilidade que deseja auferir e o período do contrato ou de capitalização.

  1. O valor do investimento, é o valor que você pagou pelo bem ou o valor definido em avaliação;
  2. A taxa de capitalização é utilizada para calcular o valor de locação do imóvel presente da renda futura gerada pelo imóvel. Essa taxa reflete o risco associado ao investimento, levando em consideração fatores como a taxa de juros do mercado, a inflação, a depreciação do imóvel, o risco de crédito do locatário, entre outros;
  3. O período de capitalização refere-se ao tempo em que se pretende obter o retorno do investimento realizado no imóvel. Pode variar de acordo com a finalidade do cálculo, podendo ser anual, semestral, trimestral, mensal, entre outros.

 

Para calcular o valor locativo do imóvel utilizando o método de capitalização da renda, é necessário determinar a renda líquida que o imóvel é capaz de gerar, descontar essa renda futura de acordo com o período de capitalização escolhido e aplicar a taxa de desconto adequada. O resultado obtido será o valor locativo do imóvel.

É importante ressaltar que esse método é uma das diversas formas de avaliação de imóveis e deve ser utilizado de forma complementar a outros métodos, como o comparativo de mercado. Além disso, é essencial contar com o auxílio de profissionais especializados na área de avaliação de imóveis para garantir a precisão e confiabilidade dos resultados obtidos.

Precisando definir o valor de locação do imóvel? Entre em contato conosco e solicite um orçamento!

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O IMÓVEL E SUAS CLASSIFICAÇÕES NA CONTABILIDADE https://framar.dainterage.com.br/2024/01/15/o-imovel-e-suas-classificacoes-na-contabilidade/ Mon, 15 Jan 2024 12:10:59 +0000 https://framarpatrimonial.com.br/?p=5506

O IMÓVEL E SUAS CLASSIFICAÇÕES NA CONTABILIDADE

As contas contábeis

Um imóvel pode ser registrado no Ativo Imobilizado, Ativo Circulante, em Propriedade para Investimento e até mesmo no Estoque. Isso mesmo, no Estoque! E sabe o que diferencia essa classificação? Não? Então vamos à algumas dicas:

No Ativo Imobilizado

No Ativo Imobilizado, o imóvel é registrado quando a empresa possui a intenção de utilizá-lo para a produção de bens, prestação de serviços, uso administrativo a longo prazo. Nesse caso, o imóvel é considerado um bem durável e não está disponível para venda.

Sendo assim, sempre que o imóvel for utilizado para realizar as atividades da empresa, sejam elas produção ou administrativas em um período maior do que um ano, gerando benefícios econômicos, ele deve ser registrado na conta ATIVO IMOBILIZADO. Quer um exemplo? Imóveis industriais que abriguem as instalações fabris de uma empresa, ou um edifício corporativo da sede da companhia, entre outros.

No Ativo Circulante

Nessa conta devem estar registrados aqueles imóveis que a entidade pretende vender, não há impedimento para a venda e há um comprometimento da empresa para isso. Quando a empresa possuir a intenção de vender o imóvel a curto prazo, ou seja, em até um ano ela deve registrá-lo/reclassificá-lo no ATIVO CIRCULANTE. Nesse caso, o imóvel é considerado como um ativo circulante porque será convertido em dinheiro em um curto período de tempo.

Ao registrar os imóveis no Ativo Circulante, a empresa reconhece que possuium direito sobre esses bens e espera obter benefícios econômicos futuros com asua venda.

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O ativo circulante é composto por bens e direitos que são esperados para serem convertidos em dinheiro ou consumidos dentro do ciclo operacional da empresa, que geralmente é de até um ano. Já o ativo imobilizado é composto por bens e direitos que não serão convertidos em dinheiro no curto prazo, mas sim utilizados pela empresa em suas atividades operacionais.

Além disso, a empresa deve divulgar informações relevantes sobre esses imóveisno seu balanço patrimonial, como a descrição, localização, valor contábil e ovalor estimado de realização, caso seja possível determinar.

Dessa forma, ao registrar os imóveis no Ativo Circulante, a empresa demonstraseu comprometimento em vendê-los e reconhece sua expectativa de obter benefícioseconômicos futuros com essa transação.

Então é importante ressaltar que a classificação de um imóvel como ativo circulante ativo imobilizado depende da intenção da empresa em relação à sua utilização e venda.

Como exemplo podemos ter um terreno que a entidade adquiriu para uma expansão ou abertura de uma filial e resolveu vender.

Em Propriedade para Investimento

Nesse caso, o imóvel é registrado quando a empresa adquire o imóvel com o objetivo de obter ganhos financeiros, seja através do aluguel ou da valorização, sendo mantido a longo prazo e não disponível para venda.

Se no Ativo Imobilizado registram-se os imóveis relativos ao business da companhia, a conta Propriedade para Investimentos receberá, como o próprio nome já diz, aqueles imóveis cuja intenção da entidade é auferir renda através de aluguéis ou ganho de capital.São imóveis mantidos para obter rendimentos a longo prazo, e não para uso direto na operação da empresa.

Alugar ou mantê-los para que o dinheiro fique investido e rendendo (capitalizando) são as principais características dos imóveis que devem ser classificados nessa conta contábil. De acordo com o CPC 28, bens registrados nessa conta devem ser avaliados ao Valor Justo (AVJ), um dos raros ativos que as Normas Brasileiras de Contabilidade permitem avaliar dessa forma, diferente do ativo imobilizado, que no Brasil não admite reavaliação.

Como exemplo temos: prédios corporativos para aluguel, terrenos localizados em área de expansão ou em transformação de uso.

No Estoque

O imóvel é registrado na conta ESTOQUE quando a empresa é uma construtora ou incorporadora e possui imóveis em construção ou para venda.

Este caso é bem específico, e está diretamente relacionado ao business da empresa. Um imóvel se classifica no estoque quando a atividade da empresa for vender imóvel, ou seja, como “curso normal dos negócios da companhia”, não se tratando de uma oportunidade e sim da sua rotina. Nesse caso, o imóvel é considerado como um estoque, pois será vendido no futuro. Como exemplo temos imóveis de construtoras, administradoras, incorporadoras, etc

E como debitamos e creditamos?

Após o entendimento de como a empresa espera utilizar esses bens podemos debitar/creditar com facilidade:

Dependendo da intenção da entidade com o imóvel debitamos (aplicação do recurso):

D – Ativo Imobilizado

D – Ativo Circulante

D – Propriedade para Investimento

D – Estoque

O crédito sempre demonstrará qual a origem do recurso, ou seja, como se deu a aquisição:

C – Banco

C – Fornecedores

C – Capital Social

É importante ressaltar que a classificação do imóvel na contabilidade pode variar de acordo com a finalidade e intenção da empresa em relação ao ativo. É importante e necessário analisar as características e objetivos específicos de cada imóvel para determinar a classificação correta na contabilidade e tratamento tributário adequado.

Entre em contato conosco e seja atendido por uma consultoria especializada em contabilidade e engenharia!

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FRAMAR PATRIMONIAL

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INSPEÇÃO PREDIAL https://framar.dainterage.com.br/2023/11/21/inspecao-predial/ Tue, 21 Nov 2023 12:14:41 +0000 https://framarpatrimonial.com.br/?p=5496

INSPEÇÃO PREDIAL

"Desvendando os Segredos das Inspeções de Propriedades: Normas NBR-14653-1 Procedimentos Gerais"

As inspeções de imóveis desempenham um papel fundamental para compradores, vendedores e profissionais do setor imobiliário. Essas inspeções são realizadas para avaliar as condições estruturais, elétricas, hidráulicas, ambientais e mercadológicas de uma propriedade, fornecendo informações essenciais para todos os envolvidos no processo de negociação do bem. Trata-se de uma das etapas da consultoria imobiliária para emissão de laudos de avaliação.

Para compradores, as inspeções de imóveis são extremamente importantes, pois ajudam a identificar potenciais problemas e defeitos em uma propriedade antes da conclusão do negócio. Isso permite que eles tomem uma decisão consciente sobre a compra, evitando surpresas desagradáveis no futuro. Além disso, as inspeções fornecem uma base para negociações com o vendedor, possibilitando a solicitação de reparos ou ajustes no preço pedido com base nas descobertas durante a inspeção.

Já para os vendedores, as inspeções de imóveis também são relevantes, pois permitem que eles conheçam as condições da propriedade antes de colocá-la à venda. Dessa forma, podem antecipar quaisquer problemas e realizar as devidas correções, aumentando assim o valor e a atratividade do imóvel no mercado. Aumentando sua liquidez.

A inspeção imobiliária ou vistoria imobiliária são utilizadas no mercado imobiliário pelos profissionais do setor, que se beneficiam delas para oferecer um serviço mais completo e confiável aos seus clientes. Ao recomendar uma inspeção, eles demonstram preocupação com a segurança e a satisfação dos compradores, além de evitar possíveis problemas legais futuros.

É importante ressaltar que, para a engenharia de avaliações, as inspeções de imóveis são obrigatórias e devem ser realizadas por profissionais qualificados, seguindo as normas estabelecidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), em especial a NBR-14653-1, que define os procedimentos gerais para inspeção de imóveis.

Compreendendo a Norma NBR-14653-1:

A norma NBR-14653 rege as avaliações patrimoniais no Brasil e está segregada em 7 partes, uma para cada tipo de patrimônio. A NBR-1463-1 (Parte 1), refere-se aos procedimentos avaliatórios gerais, estabelecendo requisitos e procedimentos para a realização de inspeções em imóveis, inclusive. Seu objetivo principal éfornecer diretrizes claras e consistentes para avaliar as condições físicas, funcionais e de segurança de uma propriedade. A norma define o escopo das inspeções, abrangendo aspectos como estrutura, instalações elétricas, hidráulicas, sanitárias, entre outros.

A NBR-14653-1 também estabelece critérios para a elaboração de relatórios de inspeção, que devem ser completos e detalhados, descrevendo todas as anomalias encontradas durante a inspeção. Esses relatórios são essenciais para auxiliar na tomada de decisões relacionadas à compra, venda, locação ou manutenção de um imóvel.

Em resumo, a norma NBR-14653-1 tem como propósito garantir que as inspeções em imóveis sejam realizadas de forma padronizada, fornecendo informações precisas e confiáveis sobre o estado do imóvel, contribuindo para a segurança e transparência nas transações imobiliárias.

A vistoria é peça fundamental em um processo de avaliação de um ativo! Seja ele móvel ou imóvel!

É através dela que é comprovada a existência física do bem, identificadas suas características físico construtivas e de operação; levantadas informações da região e do mercado imobiliário do entorno.O avaliador deve fazer o registro fotográfico do bem avaliando em atendimento ao item 7.3.3 da NBR 14653-1: “É recomendável registrar as características físicas e de utilização do bem e outros aspectos relevantes à formação de valor”.

Algumas pessoas acham que uma avaliação pode ser feita sem a realização de uma vistoria, considerando apenas uma análise documental, porém a vistoria é um item obrigatório do processo como preconiza NBR-14.653. E ela é fundamental para que o avaliador elabore uma avaliação justa e real, considerando todos os atributos físicos do imóvel, do entorno e do mercado imobiliário local. Sem isso o perito avaliador corre um sério risco de cometer uma avaliação distorcida, mesmo que você conheça a região onde o imóvel está inserido.

Quando a vistoria é necessária?

Toda vez que você precisar avaliar um imóvel, ela é obrigatória, dependendo do Grau de Fundamentação do laudo que você quer atingir. Além disso ela se faz necessária para as finalidades abaixo:

– Laudos de avaliação do valor de mercado, seja para compra, venda ou locação;

– Laudos periciais de engenharia construtiva. Nesse caso a vistoria servirá de prova para as anomalias;

– Boletins de medição de obra;

– Laudos para acompanhamento de obra;

– Laudos para atestar, quantificar e avaliar as benfeitorias feitas em imóveis de terceiros.

– Laudos para entrega de chaves;

– Laudos para início e encerramento de contrato de locação;

– Laudos para inventário e partilha de bens;

– Laudos para aporte de capitais;

– Laudos para seguro;

– Laudos para garantia;

– Laudos para perícias de renovação de aluguel; dentre outros.

A FRAMAR Patrimonial tem vasta experiência na emissão de laudos de avaliação para essas finalidades da consultoria imobiliária, e vamos deixar algumas dicas para que sua vistoria seja eficiente e produza informações essenciais para o seu processo de avaliação.

Use a vistoria para:

  1. Identificar o estado de conservação do ativo; suas características físicas, tipológicas e construtivas;
  2. Confrontar as informações constantes na documentação recebida com o que efetivamente existe fisicamente;
  3. Analisar o estoque de edificações da região, perfil construtivo e dinâmica imobiliária;
  4. Registrar fotograficamente o bem;
  5. Identificar as variáveis formadoras de valor do imóvel. Elas variam de imóvel para imóvel e entre os mercados. Por exemplo, pode ser que em uma determinada região o imóvel estar posicionado para frente da rua valha menos (o que não é natural) que em outras regiões ou vice x versa. Esteja atento a esses detalhes, pois eles farão diferença na hora de tabular os dados levantados na vistoria para uma avaliação justa e precisa.

Dicas para não deixar nada para trás:

  1. Antes da vistoria analise toda a documentação que você recebeu do imóvel, planilhando os dados quantitativos como área, testadas, pé direito, etc;
  2. Levante previamente o endereço e localize-o em aplicativos de mapas. Com isso você já terá uma prévia de toda a infraestrutura viária e de comércio no entorno do imóvel;
  3. Ao chegar confirme o endereço, parece bobagem, mas em muitos locais a numeração diverge daquela que está na documentação;
  4. Desenvolva um check-list com todos os pontos que você precisa identificar na vistoria. Dependendo do escopo e da finalidade dessa inspeção você vai precisar focar mais em uns pontos e menos em outros;
  5. Cerque-se de todos os equipamentos possíveis que possam facilitar e permitir que você registre tudo da melhor maneira. Abuse dos celulares com câmeras de alta performance, notebooks, drones, trenas eletrônicas, etc.
  6. O registro fotográfico deve ser feito de forma que você consiga verificar: piso, parede e teto. Isso vai facilitar muito na hora em que você precisar descrever o imóvel, tanto internamente quanto externamente;
  7. Aproveite a vistoria para conversar com quem cuida do imóvel, você vai descobrir muita coisa sobre ele que não estará aparente.

A FRAMAR Patrimonial emite laudos fundamentados para diversas finalidades atendendo todas as exigências normativas vigentes na engenharia de avaliações.

Elaboramos vistoria no Estado do Rio de Janeiro para parceiros avaliadores de outros Estados do Brasil. Entre em contato conosco e solicite um orçamento!

Palavras chaves: vistoria de imóveis – laudos de avaliação – consultoria imobiliária – NBR 14653 – ABNT

Dúvidas sobre o assunto? Entre em contato conosco!

Por Marcia Frazão

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marcia.frazao@framarpatrimonial.com.br

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ATIVOS REVERSÍVEIS EM CONCESSÕES https://framar.dainterage.com.br/2023/10/29/ativos-reversiveis-em-concessoes/ Sun, 29 Oct 2023 11:10:01 +0000 https://framarpatrimonial.com.br/?p=5489

ATIVOS REVERSÍVEIS EM CONCESSÕES

Descubra as principais diferenças entre Ativos Reversíveis e Não Reversíveis em Concessões

Esses termos são geralmente utilizados nos contratos de concessões públicas, e entender os termos relacionados a acordos de concessão e projetos de infraestrutura pública é de extrema importância para qualquer pessoa envolvida nesses setores ou que tenha interesse nessas áreas.

Compreender as diferenças entre ativos reversíveis e não reversíveis permite que as partes envolvidas em acordos de concessão tomem decisões mais assertivas. Isso inclui a avaliação dos riscos e benefícios associados a cada tipo de ativo, bem como a análise das implicações financeiras e operacionais e ainda seus registros contábeis.

As concessões no Brasil são regidas pelas Leis nº 8.987/95, e nº 13.097/15 que dentre outras determinações, temos o artigo 31 inciso II onde fica específico que a concessão deve manter em dia o inventário e o registro dos bens vinculados à concessão. Contabilmente é regido pelo CPC 05.

O inventário é um documento onde constam todos os bens móveis e imóveis vinculados à concessão, e o registro deve conter a descrição detalhada dos bens, seus dados de aquisição, sua localização e seu valor. O objetivo do inventário e do registro é permitir que a expedição possa rastrear todos os bens vinculados à concessão, assim como gerenciar melhor seus ativos. Além disso, esses documentos também são importantes para a fiscalização das concessões, pois permitem que as autoridades identifiquem rapidamente qualquer possível irregularidade.

Sendo assim além da gestão diária dos ativos, é fundamental que a concessionária no momento do contrato de concessão e ao final deste, realize um inventário completo objetivando a identificação dos bens reversíveis constantes na lista de ativos listados no contrato, atestando o recebimento/entrega dos mesmos e ainda seus estados de conservação e funcionamento, uma vez que os contratos estabelecem uma reversão desses bens por ocasião do fim do contrato.

Mas afinal por que são chamados de bens reversíveis e não reversíveis?

Por BENS REVERSÍVEIS entendemos serem aqueles entregues ao concessionário para exploração da concessão pelo poder público, ou ainda adquiridos durante o período da concessão, empregados e indispensáveis à realização dos serviços, os quais poderão ser revertidos ao poder cedente no término dos contratos de concessão. Como exemplo temos: imóveis, equipamentos, máquinas ou qualquer ativo ligado à operação da concessão.

Já os BENS NÃO REVERSÍVEIS, é todo bem não operacional e estes devem continuar com a empresa no fim do contrato de concessão.

Benefícios da gestão desses bens

Como benefícios dessa gestão podemos citar:

  1. Planejamento estratégico: através da gestão dos bens reversíveis, as partes interessadas podem desenvolver estratégias mais eficazes para a utilização dos ativos durante o período da concessão ou projeto de infraestrutura. Isso inclui a identificação de oportunidades de investimento, a maximização do valor dos ativos e o planejamento de longo prazo para o futuro.

  1. Negociações contratuais: O entendimento das diferenças entre ativos reversíveis e não reversíveis é fundamental durante as negociações contratuais. Isso permite que as partes envolvidas cheguem a acordos equitativos e mutuamente benéficos, levando em consideração a natureza dos ativos envolvidos.

  1. Transparência e prestação de contas: o controle desses ativos promove a transparência e a prestação de contas em acordos de concessão, possibilitando uma compreensão clara das responsabilidades, direitos e obrigações relacionados aos ativos reversíveis e não reversíveis de todas as partes envolvidas.

  1. Proteção dos interesses públicos: os ativos devidamente identificados permitem a proteção dos interesses públicos em acordos de concessão ou projetos de infraestrutura pública. Isso inclui garantir que o valor dos ativos seja mantido, que os benefícios sejam maximizados para a população e que haja salvaguardas adequadas para evitar abusos ou práticas prejudiciais.

A FRAMAR já realizou diversos estudos para fins de classificação de BENS REVERSÍVEIS e NÃO REVERSÍVEIS incluindo não somente o inventário e classificação, como também a sua avaliação a valor justo e revisão de vidas úteis desses bens.

Precisando de um orçamento entre em contato conosco!

#concessionária #concessão #obras #ppp #obraspublicas #rodovia #rodovias #parceria #engenhariacivil

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ANÁLISE DE INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS https://framar.dainterage.com.br/2023/10/02/analise-de-investimentos-imobiliarios/ Mon, 02 Oct 2023 20:13:04 +0000 https://framarpatrimonial.com.br/?p=5481

ANÁLISE DE INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS

PRINCIPAIS INDICADORES

O mercado imobiliário desempenha um papel crucial na economia global e oferece diversas oportunidades de investimento. A análise dessas oportunidades é fundamental para os investidores tomarem decisões assertivas e maximizarem o retorno financeiro.

A análise de oportunidades de investimento no mercado imobiliário envolve a avaliação de vários fatores, como localização, valorização do imóvel, potencial de renda, condições do mercado e tendências futuras. Ao analisar esses elementos, os investidores podem identificar propriedades com potencial de crescimento e lucratividade, assegurando o ganho de capital.

Além disso, através de uma análise criteriosa, examinamos cuidadosamente os aspectos legais, regulatórios e financeiros de um investimento imobiliário mitigando riscos, evitando armadilhas e decisões inseguras.

Sabemos que um investimento de base imobiliária está sujeito ao contexto econômico e às condições do mercado. Fatores como taxas de juros, oferta e demanda, tendências demográficas e desenvolvimento urbano podem afetar significativamente o desempenho desse tipo de investimento.

Sendo assim, a análise de alguns indicadores pode indicar a viabilidade econômico-financeiro desse investimento.

Listamos abaixo os principais que podem te auxiliar:

1- Valor Presente Líquido (VPL) ou Net PresentValue (NPV):

O Valor Presente Líquido (VPL), também conhecido como Net PresentValue (NPV) em inglês, é uma medida financeira utilizada para avaliar a viabilidade de um investimento. O VPL/NPV calcula a diferença entre o valor presente dos fluxos de caixa futuros esperados e o investimento inicial.

Para calcular o VPL/NPV, é necessário estimar os fluxos de caixa futuros esperados e determinar uma taxa de desconto adequada. Os fluxos de caixa futuros são trazidos para o valor presente, levando em consideração o valor do dinheiro no tempo. A taxa de desconto reflete o custo de oportunidade do capital investido.

Se o VPL/NPV for positivo, significa que o investimento provavelmente gerará retornos superiores ao custo de oportunidade do capital investido e pode ser considerado viável. Por outro lado, se o VPL/NPV for negativo, indica que o investimento pode não ser lucrativo o suficiente para cobrir o custo de oportunidade.

Em resumo, o Valor Presente Líquido (VPL) ou Net PresentValue (NPV) é uma métrica importante para a análise de investimentos, permitindo aos investidores avaliar a rentabilidade e tomar decisões sobre alocar ou não recursos em determinado projeto.

2. Taxa Interna de Retorno (TIR) ou Internal Rate ofReturn (IRR):

A Taxa Interna de Retorno (TIR), também conhecida como Internal Rate ofReturn (IRR) em inglês, é uma métrica financeira utilizada para avaliar a rentabilidade de um investimento. Ela representa a taxa de crescimento esperada do investimento ao longo do tempo, levando em consideração o valor presente dos fluxos de caixa futuros.

A TIR ou IRR é calculada através de uma fórmula que iguala o valor presente líquido (VPL) dos fluxos de caixa do investimento a zero. Em outras palavras, a TIR é a taxa de desconto que torna o valor presente dos fluxos de caixa igual ao investimento inicial.

A TIR ou IRR é expressa como uma porcentagem e é usada para comparar a rentabilidade de diferentes investimentos. Quanto maior a TIR, mais atrativo é o investimento, pois indica uma taxa de retorno mais alta.

É importante notar que a interpretação da TIR ou IRR pode variar dependendo do contexto e das características do investimento. Portanto, é recomendado analisar outros indicadores financeiros em conjunto com a TIR para uma avaliação completa do investimento.

Em resumo, a Taxa Interna de Retorno (TIR) ou Internal Rate ofReturn (IRR) é uma medida financeira que representa a taxa de crescimento esperada de um investimento e é utilizada para avaliar sua rentabilidade.

3. Payback ou Retorno

Payback (ou, em português, “retorno”) é um cálculo que permite saber quanto tempo um investimento leva para se pagar. Ou seja, a partir de que momento os lucros cobrirão o valor aplicado inicialmente.

Dessa forma, o investidor sabe o intervalo que precisará aguardar para ter de volta o seu dinheiro, antes mesmo de investir. O cálculo do payback também permite entender se o investimento compensa, auxiliando na tomada de decisões. O payback é frequentemente usado para avaliar o retorno de projetos de investimento. Ele indica quanto tempo leva para recuperar o investimento inicial, e se esse prazo vale a pena para o negócio.

Se o resultado do retorno por um valor alto, significa que o projeto precisa de mais tempo para gerar lucro, enquanto que um menor sugere um melhor retorno. Assim, o cálculo do payback serve como uma métrica para avaliar qual projeto deve ser priorizado no portfólio da empresa.

No entanto, o cálculo do payback tem as suas limitações. Por exemplo, ele não leva em consideração outras variáveis, como taxas de juros, o valor dos fluxos de caixa futuros, além do custo de oportunidade e por isso deve ser analisado juntamente com outras variáveis.

A Framar Patrimonial é uma empresa contábil especializada na avaliação de ativos e estudos de viabilidade de empreendimentos de base imobiliária!

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Por Marcia Frazão

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TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O CPC 01 https://framar.dainterage.com.br/2023/09/15/tudo-que-voce-precisa-saber-sobre-o-cpc-01/ Fri, 15 Sep 2023 11:45:25 +0000 https://framarpatrimonial.com.br/?p=5455

TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O CPC 01

TESTE DE IMPAIRMENT OU DE RECUPERABILIDADE

Afinal o que esse termo “Teste de Impairment” quer dizer?

Impairment, em português, é traduzido como “desvalorização” ou “perda de valor”. Refere-se a uma redução no valor recuperável de um bem, que ocorre quando o valor contábil do ativo excede seu valor recuperável. O valor recuperável é o maior valor entre o valor justo de mercado do ativo e seu valor em uso.

Trata-se de um procedimento pelo meio do qual as empresas verificam possível desvalorização dos seus ativos imobilizados. Sendo estes tangíveis ou intangíveis.

A finalidade do teste de impairment é determinar se um ativo está com seu valor recuperável comprometido e, nesse caso, registrar uma perda por desvalorização. O teste se dá através de umaavaliação patrimonialdefinindo o valor recuperável líquido de despesas de venda do ativo, e, é importante para garantir que os ativos estejam refletindo corretamente seu valor econômico e evitar que sejam mantidos no balanço com valores inflados. Além disso, o reconhecimento do impairment também pode indicar a necessidade de ajustes nas estratégias de negócio e investimentos.

Este pronunciamento deve ser aplicado na contabilização de ajuste para perdas por desvalorização de todos os ativos, exceto:

  • estoques;
  • ativos de contrato e ativos resultantes de custos para obter ou cumprir contratos que devem ser reconhecidos de acordo com o CPC 47 – Receita de Contrato com Cliente;
  • ativos fiscais diferidos;
  • ativos advindos de planos de benefícios a empregados;
  • instrumentos Financeiros;
  • propriedade para investimento que seja mensurada ao valor justo;
  • ativo Biológico e Produto Agrícola que sejam mensurados ao valor justo líquido de despesas de vender;
  • Contratos de Seguro; e
  • ativo não circulante mantido para venda e operação descontinuada.

Este Pronunciamento Técnico é aplicado a ativos financeiros classificados como:

  • controladas;
  • coligadas; e
  • empreendimento controlado em conjunto.

Teste de Impairment – O passo a passo da avaliação

  1. Identificação da unidade geradora de caixa: Primeiramente, é necessário identificar a unidade geradora de caixa para a qual o teste de impairment será realizado. A unidade geradora de caixa é um ativo ou um grupo de ativos que gera fluxos de caixa independentes dos outros ativos da empresa.
  1. Determinação do valor recuperável: O próximo passo é determinar o valor recuperável da unidade geradora de caixa. O valor recuperável é o maior valor entre o valor justo líquido de venda e o valor em uso. O valor justo líquido de venda é o valor pelo qual um ativo pode ser vendido em uma transação entre partes interessadas, menos os custos de venda. O valor em uso é o valor presente dos fluxos de caixa futuros esperados a serem gerados pela unidade geradora de caixa.

  2. Comparação do valor recuperável com o valor contábil: Em seguida, o valor recuperável determinado no passo anterior é comparado com o valor contábil da unidade geradora de caixa. O valor contábil é o valor registrado contabilmente para a unidade geradora de caixa.

  3. Reconhecimento da perda por impairment: Se o valor contábil da unidade geradora de caixa for maior que o valor recuperável, isso indica que há uma perda por impairment. Nesse caso, a empresa deve reconhecer a perda por impairment, que é a diferença entre o valor contábil e o valor recuperável.

  4. Mensuração da perda por impairment: A perda por impairment deve ser mensurada e alocada aos ativos da unidade geradora de caixa. A alocação é feita com base na proporção do valor contábil de cada ativo em relação ao valor contábil total da unidade geradora de caixa.

  5. Divulgação: Por fim, a empresa deve divulgar as informações relevantes sobre o teste de impairment nas notas explicativas das demonstrações financeiras.

Lembrando que o processo de realização do teste de impairment pode variar dependendo das normas contábeis aplicáveis e das políticas internas da empresa. É importante consultar as orientações específicas para garantir a conformidade com os requisitos contábeis adequados.

Entendendo os conceitos envolvidos no Teste de Impairment

Para interpretar diferentes cenários, como quando o valor contábil excede o valor recuperável ou vice-versa, siga estas etapas:

  1. Compreenda os conceitos-chave:

   – Valor contábil: é o valor registrado de um ativo no balanço patrimonial de uma empresa.

   – Valor recuperável: também conhecido como valor realizável líquido, é o valor esperado que uma empresa pode obter com a venda ou uso de um ativo.

  1. Quando o valor contábil excede o valor recuperável:

   – Isso indica que o ativo está registrado por um valor maior do que seu valor esperado de venda ou uso.

   – Nesse caso, a empresa precisa realizar um teste de impairment (desvalorização) para determinar se o valor contábil deve ser reduzido.

   – O teste de impairment envolve comparar o valor contábil com o valor recuperável.

   – Se o valor recuperável for menor que o valor contábil, a empresa deve reconhecer uma perda por desvalorização e ajustar o valor contábil para baixo.

  1. Quando o valor recuperável excede o valor contábil:

   – Isso indica que o ativo está sendo registrado por um valor menor do que seu valor esperado de venda ou uso.

   – Nesse caso, não há necessidade de ajustes contábeis, pois o valor contábil já reflete adequadamente o valor recuperável.

   – No entanto, é importante monitorar regularmente o valor recuperável para garantir que não ocorram mudanças significativas que possam exigir ajustes futuros.

É fundamental consultar as normas contábeis relevantes e buscar orientação profissional e empresas especializadas para garantir a correta interpretação e aplicação dos conceitos contábeis em diferentes cenários.

Implementar testes de desvalorização em seus negócios é crucial para garantir relatórios financeiros precisos e tomar decisões informadas. Esses testes ajudam a avaliar a vida útil e o valor dos ativos de uma empresa, permitindo que você faça ajustes necessários no valor contábil dos ativos.

Ao implementar testes de desvalorização, você protegerá seu negócio de possíveis perdas financeiras. Eles ajudam a identificar ativos que podem estar desvalorizados devido a obsolescência, desgaste ou mudanças no mercado. Ao reconhecer essas desvalorizações, você pode ajustar o valor contábil desses ativos em seus relatórios financeiros e obter indicadores operacionais e de rentabilidade mais reais.

Além disso, os testes de desvalorização fornecem informações valiosas sobre o momento de investir em novos ativos, vender ativos desvalorizados ou realizar manutenção regular para prolongar sua vida útil.

A implementação de testes de desvalorização também pode melhorar a transparência e a credibilidade do seu negócio. Relatórios financeiros precisos e transparentes são essenciais para atrair investidores, parceiros comerciais e instituições financeiras.

Manter-se atualizado constantemente sobre as normas contábeis e as melhores práticas para conduzir testes de impairment é essencial para qualquer profissional na área contábil. Isso não apenas garante a conformidade com as regulamentações, mas também permite uma gestão efetiva dos ativos da empresa.

As normas contábeis estão em constante evolução, e é fundamental acompanhar essas mudanças para garantir que os registros contábeis estejam corretos e precisos.

Ao se manter atualizado sobre as normas contábeis, você terá um entendimento mais profundo das regras e diretrizes estabelecidas pelas autoridades contábeis competentes. Isso ajudará a evitar erros e inconsistências nos relatórios financeiros, reduzindo assim os riscos de penalidades legais e danos à reputação da empresa.

 

A Framar Patrimonial é uma empresa contábil especializada na avaliação de ativos e aplicação do teste de recuperabilidade! Entre em contato conosco e solicite um orçamento!

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Por Marcia Frazão

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